Coren-SP considera erro inadmissível e investiga o caso
Uma menina de 12 anos que recebeu 50 ml de vaselina líquida na veia em vez de soro morreu no fim de semana no Hospital São Luiz Gonzaga, no Jaçanã, Zona Norte da capital paulista. Sthephanie dos Santos Teixeira foi internada sexta-feira com quadro de virose, com diarreia, febre e dores abdominais. O médico lhe receitou medicamentos e soro na veia.
A menina recebeu duas bolsas de soro e começou a passar mal na terceira. Sthephanie sentiu as mãos formigarem e disse à mãe que iria morrer. Com embolia, a menina morreu aos 20 minutos de sábado, depois de ser transferida à Santa Casa de Misericórdia, que também administra o hospital do Jaçanã. A polícia já identificou a funcionária do Hospital São Luiz Gonzaga que injetou a vaselina.
Em nota, a Santa Casa informou que instaurou sindicância interna para apurar o que ocorreu. Os profissionais envolvidos no atendimento da paciente permanecem afastados. O hospital São Luiz Gonzaga mostrou à polícia ontem frascos usados para guardar soro e vaselina, alegando que são semelhantes. Para Claudio Porto, presidente do Conselho Regional de Enfermagem em São Paulo, a semelhança dos frascos não justifica a troca.
O presidente do Conselho de Enfermagem de São Paulo, Claudio Porto, afirmou que o erro é inadimissível. Segundo ele, um profissional bem preparado e supervisionado por enfermeiro capacitado não cometeria essa falha. Ontem, a polícia ouviu os pais de Sthephanie e a equipe que atendeu a menina.
Fonte:
Com informações de O Globo
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